Este espaço está reservado para aqueles que, por algum motivo deixaram a Igreja Apostólica, deixarem seu relato dos motivos que o (a) levaram a tomar tal decisão. Infelizmente, em toda a sua história, quem deixa a Igreja é tratado como rebelde, traidor, Judas, praticamente um bandido. Nunca ninguém quer ouvir os motivos, e é justamente esse sistema que mantém a farsa de Aldo Bertoni em segredo.



04/03/2009

A segunda esposa de meu pai freqüentou por muito tempo a igreja apostólica, costumando freqüentar a filial que tinha em vista alegre, aqui perto da Vila Maria. Também ia na Rua Tuiuti. Pelo fim a década de setenta, com o falecimento do meu pai, passou a morar na penha, na casa da minha irmã e freqüentar a igreja na rua Baguari. Eu acompanhava minha madrasta e suas idas e vindas para a igreja . Quando ela morreu em 1989, também deixei de ir à igreja (também eu não era batizado). Desse tempo, algumas coisas me intrigam até hoje e, encontrando esse site, em vez de depoimento levo algumas questões:

1 - Por volta do ano de 78 ou 79, não me lembro bem a data, a dona Odete levou uma (ou umas, não me recordo) facadas, dentro da igreja, de um tal de Jonas, que era membro ou freqüentador (isso saiu nos jornais da época). Vocês se lembram de qual foi a "justificativa" apresentada para tal acontecimento?

2 - Por volta do ano de 80, o Sr. Aldo levou uma surra, aplicada com uma marreta de borracha, desferida por um funcionário da igreja que morava nos fundos da mesma. Também nesse caso, vocês de lembram de qual foi a "justificativa" apresentada para tal acontecimento?

3 - Minha madrasta relacionava-se com uma irmã da igreja cujo filho trabalhava (não sei se ainda trabalha) no escritório da igreja. A irmã dele, com quem eu conversava bastante, fez alguns comentários, naquela época, que eu trago agora à lembrança, por exemplo: trabalhou no escritório um rapaz que se chama, não me recordo direito seu primeiro nome, se era Orlando ou Osmar. Esse jovem abria as cartas que a igreja recebia e embolsava o dinheiro que vinha em algumas delas. No que deu esse caso? O "Santo" descobriu ou o rapaz é que bobeou?

4 - E o pastor Renato, que foi marido da Vó Rosa, que fim levou?

5 - Um dos pastores que apresentava o programa de rádio (ele tinha um nome um tanto incomum, não sei escrever, mas falávamos "Sóliu) tinha um filho, meio folgado e meio gozador, que também trabalhava no escritório, foi servir o exército e nunca mais apareceu na igreja, pelo menos no tempo em que eu freqüentei nunca mais eu vi. Alguém saberia dizer por qual, ou quais, motivos ele sumiu?

Peço desculpas por alguma indelicadeza, mas deixo meus cumprimentos a vocês pela coragem e desejo sucesso no empreendimento.

 

Isaac Glaubensohn, São Paulo - SP, ex-apostólico desde 1989.

isaac-glaubensohn@bol.com.br

 

Nota do Site: Se alguém puder esclarecer aos questionamentos do Sr. Isaac, envie para nosso e-mail que publicaremos.

 



 

05/03/2009

(A pedido do depoente, com o intuito de não expor alguns familiares que nada tem a ver com a história, este depoimento foi substituído)

Fico realmente entristecido de saber que pessoas da minha família tem se beneficiado tão covardemente do dinheiro que as pessoas da Igreja Apostólica doam em campanhas ou em ofertas. Minha prima Ilmara, com quem cresci, na adolescência se mostrava uma pessoa de grande caráter, a ponto de eu acreditar ser ela a única da casa com moral e uma conduta a ser seguida. A decepção veio depois, com os motivos que levaram separação dela do marido, que mora no Japão, e agora com todo este escândalo do seu caso amoroso (se é que se pode chamar de "amoroso", pois na minha opinião seria um caso "financeiro"), e todos os benefícios que a família dela (isso não me inclui mais) estão usufruindo do dinheiro vindo de pessoas tão bem intencionadas (que ainda desconhece a verdadeira face de Aldo Bertoni).

Kleberson Calanca, São Paulo / Lucélia - SP.

 



 

08/03/2009

Nasci e cresci na Igreja Apostólica, toda minha família, meus pais e irmãos, desde que me conheço por gente sempre foram da igreja. Na adolescência, devido a disciplina exageradamente rígida em vigor (meu irmão foi suspenso porque acharam tê-lo visto na porta de um cinema, o que era uma grande mentira, e o entregaram para a direção), todos os meus irmãos saíram na adolescência, só restando eu e meus pais. Na adolescência, entrei para o coral, onde permaneci até me casar. Apesar do excesso de regras, eu adorava aquele trabalho, pois tudo ali me soava bem sincero. No coral, eu tinha muitos amigos, e nos relacionávamos muito bem nessa época. Foi no coral que conheci aquele que viria a ser meu marido. Depois que me casei, deixei o coral, mas freqüentava regularmente as reuniões. Chega a ser engraçado... me lembro perfeitamente quantas vezes fui ameaça de ser suspensa ou excluída simplesmente porque eu usava uma franja. Eu a usava não em desrespeito às regras, mas para cobrir uma incômoda cicatriz que tenho na testa, herança de um acidente de automóvel.

Pois bem, e assim ia a vida até que em 1990 meu marido começou a se comportar de maneira estranha. Vinha tarde para casa, quase não falava comigo, começou a trazer menos dinheiro para casa, começamos a brigar muito. Comecei a suspeitar que tivesse outra mulher na rua. Conforme o tempo ia passando, a coisa ia piorando, fugindo do controle. Nessa época, nós dois éramos fiéis da igreja. Foi quando resolvi ir falar com o irmão Aldo, para ver o que eu fazia. Consegui falar com ele, sozinha, num dia em que ele estava chegando de carro. Eu havia ficado do outro lado da rua esperando-o, e ele me atendeu após cumprimentar algumas pessoas que também estavam chegando. Quando contei o meu caso e falei da minha suspeita, ele me disse que "aquilo era coisa da minha cabeça", que nada daquilo estava acontecendo e que eu deveria ter paciência com meu marido. Confesso que saí aliviada e feliz daquela rápida conversa, pois realmente acreditei nas palavras dele. Eu realmente acreditei que aquelas suspeitas todas eram frutos da minha imaginação.

Só que o tempo foi passando, e nada mudou. Pelo contrário, só piorou. Meu marido passou até a dormir fora de casa, alegando estar trabalhando durante a noite. As brigas se intensificaram e já não suportava mais. Para piorar, contei os fatos para algumas amigas da igreja, e em vez de me confortarem, me ajudarem, foram é espalhar a notícia. Rapidamente, passei a escutar "versões" do por que meu casamento estava naufragando. Ouvi amigos do meu marido, gente do coral, falando que "isso era normal, porque ele sempre foi galinha". Como assim? Trair a própria esposa é normal?

Foi então que decidi, numa noite, junto com uma vizinha, seguir meu marido. Chamamos um táxi e fomos até onde ele trabalhava. O seguimos por quase duas horas, e rapidamente confirmei minha suspeita: eu O VI entrando num motel com uma mulher. Fique arrasada, aquela semana foi infernal para mim, meu mundo tinha desabado. No domingo, fui sozinha para a igreja, porque precisava falar com o primaz. Queria saber o que fazer, e por que ele havia me dito que tudo era fruto da minha imaginação. Neste domingo, não consegui vê-lo na porta, e por isso pedi para a irmã Efigênia para falar com ele. Logo depois ela me pediu para ir lá na segunda-feira, às 19h, que ele me atenderia.

Pois bem, na segunda eu estava lá na Sede no horário marcado. Além de mim, havia outras pessoas lá também esperando para serem atendidas. Pois bem, ficamos até quase 23h, quando fomos avisadas de que ele não poderia atender naquele dia, e pediram para voltar no dia seguinte. Na terça-feira, cheguei no mesmo horário, e novamente fiquei até por volta das 23h para novamente não ser atendida. A Efigênia mandou voltar na quarta-feira. Algumas pessoas que estavam lá na segunda, até acabaram desistindo. Mas eu precisava falar com ele. Na quarta-feira, cheguei no horário marcado, mas passavam-se as horas e nada de ser atendida. Nesse dia, percebi que por volta das 21h chegou um senhor, num carro de luxo, e foi autorizado a entrar na sala dele. Logo depois, chegou outro, e também foi autorizado a entrar. Uma meia hora depois, chega um entregador de pizza com várias pizzas para Aldo Bertoni. Fui embora chateada, sem ser atendida. Pôxa, como é que ele tinha tempo para uma pizzaiada com seus amigos mas não tinha 10 minutos para me ouvir? Sem contar as outras pessoas que também aguardavam, haviam senhoras de idade lá. Acabei desistindo de falar com ele e a partir dali minha fé nele começou a desmoronar. Hoje penso que ele, sabendo através das fofocas que meu marido realmente me traía, estava fugindo de mim.

Com o passar do tempo, acabei perdoando meu marido, tentamos acertar o casamento, continuei a freqüentar a igreja, mas o entusiasmo e a fé já não eram o mesmo. Após alguns anos, em 1994, descobri que meu marido me traia novamente, e aí foi a gota d'água. Separei-me definitivamente dele e também abandonei a igreja apostólica, pois nada me acrescentava naquele momento. Pelo contrário, desde que eu havia reatado com meu marido, era só fofocaiada para todo lado. Nunca ninguém estendeu a mão para me consolar ou ajudar nas horas mais difíceis. Depois que saí, aí é que passaram a fazer de conta que eu não existia mesmo. Cheguei a encontrar na rua uma ex-companheira de banco no coral, e acredita que ela fez de conta que não me viu, apesar dela ter me visto e eu praticamente ter gritado o nome dela? Pessoas que me ligavam com freqüência, parece que "perderam" o número do meu telefone. Isso porque nos chamávamos de irmãos...

Hoje sou muito feliz, e sou casada com outro homem, um homem que nunca foi apostólico, mas me ama e me respeita, e nunca seria capaz de fazer o que meu ex-marido "apostólico" fez. Depois que deixei a igreja apostólica, nunca mais fui a outra igreja. Faz uns dois anos que passamos a freqüentar mensalmente a casa de um casal de amigos, que são evangélicos, e de vez em quando nos convidam para orar e meditar um pouco na bíblia, o que está sendo muito bom para mim, pois apesar de ter saído da igreja apostólica, fiquei com uma pontinha de remorso, pensando "e se talvez fosse a igreja verdadeira mesmo"?

Mas agora, vendo tudo isso, vocês me libertaram plenamente. Agradeço muito a vocês por essa iniciativa, por mostrarem a todos aqueles que querem ver, quem é esse homem que só enxerga seus próprios interesses materiais. Parabéns pela coragem.

 

Cleuza Aparecida Pinto - São Paulo - SP, ex-apostólica desde 1994.

comercial.londrina@bol.com.br

 



 

13/03/2009

 

Antes de mais nada, acho justo também contar como fiquei sabendo de todas as coisas referentes ao caso Aldo Bertoni.

Eu era um apostólico nascido, consagrado e batizado na igreja. Desde pequeno aprendia orar em nome da Santa Vó Rosa e do "Irmão Aldo".  Muitas bênçãos e graças que tivemos na família foram atribuídos a eles.

Mas minha crença começou a ficar abalada na semana do meu batismo em abril de 1994.  Eu tinha 14 anos e estava super ansioso para ir a Sede e conhecer o Irmão Aldo, o coral, a orquestra, e tudo que fascina (ou pelo menos fascinava na minha época) qualquer jovem da igreja.

Quando o ônibus chegou no alojamento fui tão maltratado que precisou de pouco para eu pegar minhas malas e voltar pra casa. Fiquei desesperado com a forma como fui tratado no alojamento, e como fui tratado pelas diaconisas no templo. Alguém se lembra da Aninha??? Outra coisa que me chocou foi o despotismo da Irmã Odete do púlpito. Lembro que ela apontou um moço do púlpito e "desceu a lenha" no rapaz, como se diz no dito popular.

De repente... um tumulto. Faziam fila para cumprimentar Aldo Bertoni. Minha tia dizia que ele sabia de todos os nossos pecados, e se eu tivesse pecado ele iria dizer na frente de todo mundo na fila. Lembro que não o cumprimentei porque eu assistia TV (coisa que sempre teve em minha casa, desde quando eu era criança ate hoje).

Mas a surpresa maior foi que a noite eu vi o Aldo Bertoni nas imediações da igreja e, para meu espanto, ele falou "Filho da Puta" para um dos funcionários.

Fiquei tão chocado com aquilo, que desde então nunca mais consegui vê-lo como "santo" (já que profeta é um modismo mais atual... na época da missionária ele ainda não se atrevia a tanto).

Fiquei mais de 8 anos sem ir à Sede.

Quando voltei a freqüentar a sede com mais freqüência (depois que me mudei para Campinas), resolvi tirar aquela duvida que ficou da minha adolescência a respeito do "santo Primaz".  Fui me aproximando mais das pessoas que tem contato direto com ele. Freqüentei mais a sede em dias comuns, em que não havia reunião, e à noite, e analisei. Não foi difícil. Em poucos meses tinha conseguido todas as informações que precisava... e o que é pior, informações e provas. 

Contei isso a minha amiga, com quem dividíamos moradia. Minha amiga era fiel à igreja. Dava ofertas generosas de 200, 300 e até 500 reais. Contei a ela onde ia parar esse dinheiro. Ela ficou chocada. Mantivemos esse assunto em segredo por um tempo, até que um dia, comentando com uma de suas irmãs, ela confessou que uma vez esteve na sala do Sr. Aldo Bertoni para uma consulta a respeito de problemas familiares, e ele disse a ela que precisava fazer uma massagem em seu corpo. E com essa massagem ele a molestou e a obrigou a fazer sexo oral nele. Ela ficou tão chocada, que precisou de ajuda de psicólogos para enfrentar o choque. Fato que tinha ficado em segredo ate então.

Ficamos chocados, pois pensávamos que a sujeira só estava relacionada a dinheiro e falta de caráter por parte de Aldo Bertoni.

A família inteira saiu da igreja depois que o fato foi exposto por essa amiga. Depois disso ela procurou a policia feminina para processá-lo, mas pelo fato de ter se passado 5 anos não era mais possível fazer alguma coisa.

Atribuíram a saída da família a mim. A congregação inteira de Campinas me condenou sem ao menos virem me perguntar alguma coisa.

Quando fiquei sabendo o envolvimento da minha prima Ilmara Bonato com o Aldo Bertoni, fiquei muito mais chocado. Certa vez, conversando com o ex-marido dela que mora no Japão, mas estava de viagem ao Brasil, ele me confessou a vergonha de ver a ex-mulher se sujeitando a essa situação por causa de dinheiro e o fato de ver a própria filha crescendo em um ambiente amoral. Nada contra um relacionamento de pessoas de diferentes idades. Mas quando o relacionamento só é mantido para se beneficiar de dinheiro e status... é vergonhoso. Ainda mais sabendo da fonte desse dinheiro.

Isso para mim foi o golpe de misericórdia. Passei a não freqüentar mais a Sede ou a congregação de Campinas. Algumas pessoas pensam que eu me beneficio desse dinheiro, já que eu e Ilmara crescemos juntos; fomos criados como irmãos, e muitas pessoas na Sede associam a imagem dela à minha pois nos conhecem desde aquela época. E também pelo fato de toda a família da Mara (como a chamamos) estar sendo beneficiada deste dinheiro. Casa, carro, dinheiro toda semana (quantias generosas), segurança, motorista... tudo a custo da Igreja Apostólica.

O que me deixa mais triste é saber que minha tia aprova. Uma pessoa que sempre criticou a mim e a família do meu pai por dizer que eram amorais. E hoje vejo que na família do meu pai que ela tanto condenava ainda não teve um caso tão vergonhoso como este que ela mantém orgulhosamente, já que deve estar rendendo algum dinheiro para ela.

Não quero me rebelar e condenar a tudo. Gosto muito do trabalho que eu faço na Igreja (o de arranjador). Quero contribuir mais com isso, pelo amor que tenho à música e por ver que desde quando comecei a escrever arranjos (gratuitamente - digo gratuitamente porque este é o meu trabalho, e para outras instituições fora a Igreja Apostólica, cobro para fazê-lo) para as orquestras da igreja, vejo os jovens se motivando para os estudos da música, buscando a perfeição com seu instrumento. E para mim, como professor, esse é o maior mérito.

Houveram rumores de não tocar mais meus arranjos. Fiquei chocado pela hipocrisia. Todos os regentes da Sede sabem dessa lama que cobre o nome Aldo Bertoni e Igreja Apostólica, pois alguns deles também estão envolvidos (prova disso em inquéritos judiciais). Eles tem casa alugada pela igreja, salários fora de tabela, viagens desnecessárias.  Não quero declarar guerra a ninguém. Só quero que me deixem em paz para fazer o que gosto. Só não consigo ser hipócrita e entrar na fila para cumprimentar uma pessoa que sei que deveria estar atrás das grades.

É um desabafo que faço neste veículo para que as pessoas saibam das feridas que toda esta historia abriu não só na minha família, mas em muitas outras neste Brasil.

Estou aberto a qualquer pergunta.

Abraços a todos. Kleberson.

"... e a nossa força é andarmos sempre na verdade"

 

Kleberson Calanca - São Paulo / Lucélia - SP

klebermusic@yahoo.com.br

 

Nota do site: Parece absurdo, mas ouvimos os relatos de outras irmãs sobre a famosa "massagem nas costas" do Sr. Aldo, sobretudo de uma certa irmã de Santa Catarina, em quem além da tal "massagem", ele tentou outras coisas. Aguardem novos depoimentos sobre o assunto.


20/03/2009

 

Finalmente alguém teve coragem para levantar a tampa do baú de malvadezas do ALDO BERTONI. Antes tarde do que nunca!!

Fui apostólico desde os meus 4 anos de idade, quando os meus pais conheceram a I.A., isto em 1957. Meu pai foi ungido pastor em 1959. Eu cresci, fui batizado e fiz parte do coro, me casei na Igreja em 1975 e tive meus 2 primeiros filhos consagrados na Igreja.
Sou também um ex-apostólico, desde 1981, quando estourou o assunto do Pr. Alexandre, e de certa forma, fui um dos envolvidos no assunto. Fiquei na época, chocado com o desfecho do caso, pois achava que a justiça seria feita, e o Sr. ALDO afastado do comando, visto que, já no dia seguinte à entrega da carta pelo Pr. Alexandre ao Bispo, este (o Bispo) já estava re-assumindo as suas funções no escritório da igreja, todo alegre. Mas, em seguida, tudo voltou atrás! O Sr. ALDO deve ter ameaçado ou constrangido o Bispo e ele, se intimidou. Optaram por excluir o Pr. Alexandre e manter o Lobo dentre o rebanho das ovelhas.

Mas tudo tem o seu tempo certo!!! Nada há encoberto, que não seja revelado!!

Por exemplo: O caso da marretada que o ALDO levou, dada pelo então funcionário e membro da Igreja, Roberto Alves (que era irmão do Pr. RENATO - aquele que se casou com a Vó Rosa) teve motivos que muitos desconhecem; mas eu sei que o ALDO vivia freqüentando a casa dele (Roberto) que ficava nos fundos da Carpintaria na Rua atrás da Baguari, e com certeza andava assediando a Isabel, esposa do Roberto. Ele deve ter visto alguma coisa, ou a esposa dele contou alguma coisa, e.... deu no que deu.

No tempo que eu era do coro, cantávamos um Hino que dizia assim:

Havia no passado uma Igreja Santa e Pura...

Mas por causa do pecado foi perdendo sua brancura...

O Mundanismo, nela se infiltrou...

O Paganismo logo a dominou...

E a Igreja dos Apóstolos então desmoronou...

E assim por muito tempo neste estado ela ficou....


Este é o retrato fiel da Igreja Apostólica!!! Sem tirar nem pôr!
Ela se afastou da verdadeira doutrina e da palavra de Deus, encheu-se de idolatria e de mundanismos.
Este ALDO, foi um oportunista, um espertalhão, que se aproveitou de uma situação de fragilidade da direção da Igreja, num momento difícil, o do acidente que vitimou a Vó Rosa. Eles estavam sem saber o que fazer, sem saber o que dizer ao povo da Igreja, pois sempre diziam que a Vó Rosa não morreria, que ela seria "arrebatada" junto com a Igreja, e de repente ela morre atropelada?? E agora???

Então, eis que o ALDO, que era motorista da direção da Igreja, sobrinho da Vó Rosa, que ouvia tudo o que a direção falava dentro do carro nas viagens, pois ele estava dirigindo e de "orelha em pé" e por conseguinte estava ao par de tudo que se passava na Igreja, resolveu dar o seu golpe!! E como todos nós sabemos, e está escrito na Bíblia - Que o diabo ataca e tenta até os escolhidos de Deus, se puder atingi-los - foi o que ocorreu. Num momento de fragilidade (e até de dúvidas) da Direção, eis que se apresenta o "SALVADOR" com a história de que a Vó falou com ele, etc... O resto vocês já conhecem..

Não tenho nenhum interesse em me meter nessa história toda outra vez. Consegui me libertar em 1981 e fiquei muito tempo sem por os pés em nenhuma Igreja. Voltei a freqüentar uma Igreja Evangélica em 1994, tive experiências boas e ruins, nas diversas denominações pelas quais passei, chegando a me envolver (novamente) profissionalmente com o meio "GOSPEL" como se diz, inclusive na área artística, e mais uma vez tive decepções, onde concluí, que todas as Igrejas são iguais. Todos os líderes religiosos são iguais - Só pensam em dinheiro, status, bens, etc... pregam, mas não vivem o que pregam. Por isso hoje, não pertenço a nenhuma denominação, desde 2002. Hoje, sou um cristão, filho de Deus, que crê na palavra Divina, e procuro viver a minha vida de uma forma justa e de acordo com os ensinamentos de Deus. Faço minhas orações, agradeço as bênçãos que recebo (que são muitas) e peço o que preciso a Deus (saúde, paz, harmonia no meu lar, sabedoria, paciência, etc..) e vivo feliz com a minha família GRAÇAS A DEUS !!!
 

Dando continuidade ao meu desabafo que lhe enviei ontem, tenho a acrescentar mais uma injustiça cometida pelo Sr. ALDO e os seus comparsas.
O Regente geral do coro na época era o Sr. Francisco (Chiquinho - como chamávamos carinhosamente); ele foi outra vítima. Não sei se ele ainda está na igreja, ou se está, certamente já deve ter perdido o seu cargo e todo o trabalho que ele fez, não vale mais de nada !!
Eu sou testemunha, de que quando a matriz nova estava para ser inaugurada, ele - Chiquinho, fez um acordo na empresa onde ele trabalhava (TOALHEIRO BRASIL) e TODO O DINHEIRO QUE ELE RECEBEU, ele comprou em aparelhagem de som (amplificadores, caixas acústicas, alto-falantes, e um órgão novinho em folha) e doou para a igreja. Até aqueles alto falantes das caixinhas de som que ficam nas paredes da matriz e o amplificador do microfone do púlpito, foi ele que comprou. Eu o ajudei a montar os falantes nessas caixinhas e colocá-las no lugar. Fazíamos isso à noite, até 23, 23:30h e ele me falava todo contente da satisfação que ele sentia em poder estar dando essa "colaboração" para a igreja.
Agora eu pergunto:
Alguém se lembra disto? Falaram alguma vez para ele: Muito Obrigado irmão, por tudo que você fez pela Igreja?
Ele sacrificou a sua vida pessoal e familiar, durante anos, pois ficava nos ensaios aos sábados e domingos, desde as 12:00h até terminar a reunião da noite. A esposa dele e os filhos pequenos ficavam sentados o dia todo dentro da Kombi estacionada no fundo do salão de ensaio. A troco de que???
Hoje, ninguém mais sequer lembra dele....

E assim, existem muitos abnegados e anônimos, que sacrificaram muito pela Igreja, e foram renegados, e até execrados, quando não mais interessavam para a Igreja. (ou porque sabiam demais, ou porque não concordavam com alguns atos do Aldo e de seus "puxas". Existe uma lei da natureza, que diz:

- "SEMELHANTE ATRAI SEMELHANTE E GERA SEMELHANTE"
Assim é a administração atual da Igreja; Aldo Bertoni, e seus asseclas, que com tudo concordam, tudo fazem, a tudo se submetem, pois são todos "farinha do mesmo saco".

E DISSE JESUS:
- "EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA! NINGUÉM VAI AO PAI, SENÃO POR MIM "
(João 14:6)

Ele não disse: Vó Rosa, Aldo, Papa, Pr. Fulano, Apóstolo Sicrano, Missionário Beltrano.
Ele disse "EU" (Jesus, filho de Deus) SOU o caminho a verdade e a vida.... 

ACORDA POVO APOSTÓLICO !!!! ENQUANTO É TEMPO !!!
Quando vamos por um caminho, e lá na frente, constatamos que estamos no caminho errado, o que temos que fazer??
- Voltar lá atrás, onde começamos a andar por este caminho errado, e tomar o caminho certo, não é mesmo? Esta não é a única solução?

É o que a Igreja Apostólica precisa fazer (enquanto é tempo!!). Reconhecer o seu erro, pedir perdão à Jesus e a Deus Pai, e voltar-se novamente aos ensinamentos de Jesus, que se encontram registrados na palavra de Deus que é a Bíblia Sagrada.
Desprender-se da idolatria, e da adoração a "bezerros de ouro" e adorar e reverenciar àquele e somente a Ele, que é digno de toda a nossa adoração e louvor. Deus Pai Eterno, e seu filho Jesus Cristo nosso Senhor e Salvador.
Aí sim, depois deste avivamento espiritual, a Igreja experimentará novamente o que é ter a unção e o poder de Deus sobre ela!! Grandes milagres e maravilhas voltarão a acontecer no meio da Igreja, e o progresso e a expansão virão, como conseqüência de um trabalho abençoado.

Vamos orar, e torcer para que isto se torne realidade.... que a venda dos olhos e o tampão dos ouvidos do povo, seja retirado; e que triunfe a verdade, a fé e a esperança !!

Teria ainda, muito mais coisas a contar e a revelar, mas quero ver até onde a coisa chega.
Não quero me identificar, pois se eu o fizer, certamente causarei espanto em muita gente, e com certeza, isto vai chegar aos ouvidos do ALDO. E, sendo ele como é, temo pela minha segurança e pela segurança de minha família, pois ele é capaz de tudo!! Ainda mais na atual conjuntura, em que ele se encontra, cada vez mais acuado, com a bomba prestes a estourar.
Só digo que, tudo o que eu disse aqui (no e-mail de ontem e neste) é a mais pura verdade!!
Tenho hoje 54 anos e sou bastante responsável por minhas declarações, mas precaução nunca é demais.

 

Carlos Zantol (pseudônimo) - Sede / São Paulo - SP, ex-apostólico desde 1981.

zantol@bol.com.br

 



31/03/2009

Gostaria de ter um contato sobre A VERDADE SOBRE ALDO BERTONI, sou filho do Pastor Alexandre Demberi Filho e desconhecia o relatório que foi apresentado. Sobre os desvios de dinheiro, chegamos a comentar várias vezes, e que a cúpula da Igreja estava tirando as obras que ele prestava, sei dos cheques sem fundos que ele recebeu da Igreja.

É preciso que a Igreja Apostólica faça algo para reaver tudo o que foi desviado e responsabilizar os responsáveis, e fazendo justiça quanto a difamação da qual  meu pai foi alvo, ele sofreu muito com seu desligamento injusto e criminoso da igreja.

Abraços,

 

Luiz Alexandre Demberi

luiz.demberi@gmail.com



 

Aguardem novos depoimentos

 

 

 

Visitantes dos depoimentos desde 16/03/2009