Abaixo, destacamos o principais pontos propostos para o estatuto que denominamos "democrático". Democrático pois diferentemente do atual, que tudo esconde, este prevê que toda a igreja tenha conhecimento do que ocorre em sua administração. Como bem cantamos todos os inícios de reunião, "a nossa força é andarmos sempre na verdade". E a verdade, só aparece com muita transparência. A maioria das igrejas sofre preconceitos por causa da questão da contribuição financeira de seus fiéis, e não poderia ser diferente, já que há muita falta de transparência nas administrações e é cada vez mais comum ver os líderes dessas instituições circulando com carros de luxo à custa dos dízimos dos fiéis. Nossa proposta tem por objetivo imprimir uma gestão moderna, que aproveite para o crescimento da verdadeira Obra de Deus cada centavo doado, além de auxiliar aqueles membros que mais necessitam e promover diversas atividades educativas, para o crescimento espiritual, moral e material nosso e de nossos filhos e netos.

Vivemos uma nova era, onde os sistemas autoritários, que agem às escondidas, corruptos, tendem a minorar. Essa mudança começou com a queda da ditadura militar do poder no Brasil, onde poucos eram beneficiados pelo trabalho de muitos, e continuamos num processo de evolução rumo à democracia plena. Hoje a própria sociedade exige que haja transparência e publicidade em todas as decisões tomadas com a coisa pública. Acontece assim tanto nos governos (onde essa exigência da sociedade tem revelado cada vez mais quem são os espertalhões que tomam para si aquilo que é público), quanto nas grandes companhias privadas, compostas por milhares de pequenos acionistas que ali investem seu patrimônio, e em troca exigem cada vez mais transparência nos atos dos seus administradores. Observamos essa tendência se alastrar também para o chamado "terceiro setor", onde se enquadra toda e qualquer instituição sem fins lucrativos, como as igrejas. São instituições que na maioria das vezes vivem da doação voluntária de seus membros ou colaboradores, e nada mais justo que estes contribuintes saibam o que o administrador eleito faz com seu dinheiro.

Infelizmente, como pode ser claramente visto no caso Aldo Bertoni, a ganância, o amor pelo poder, pelo domínio sobre o próximo, faz parte da natureza humana. Todo homem, mesmo aqueles que procuram se santificar e seguir os ensinamentos de Deus, estão sujeitos a tal fraqueza se não vigiarem muito bem. Deus já nos alertou sobre isso, quando através do profeta Jeremias disse: "Maldito o homem que confia no homem" (Jeremias 17:5), pois melhor do que ninguém, Ele, Deus, sabe das nossas fraquezas. O único homem em quem podemos confiar sem medo de errar, pois mais do que homem, ele é Deus ("Quem vê a mim, vê ao pai" - João 14:10), é Nosso Senhor Jesus Cristo. Quanto aos humanos, é preciso vigiar sempre ("E as coisas que vos digo, digo-as a todos: Vigiai." - Marcos 13:37).

Para aqueles que acham tratar-se de uma tentativa de tomada de poder, sugerimos usar um pouco a cabeça: considerando serem verdadeiras todas as acusações sobre Aldo Bertoni (até porque se não fosse, ele já teria se defendido, mostrado documentos provando tratar-se de mentiras), será necessária uma nova estrutura de comando, sob pena da Igreja Apostólica deixar de existir. O que vocês preferem, jogar fora o trabalho de mais de 50 anos de vários familiares e amigos, ou aprender com os erros e prosseguir e progredir com uma igreja justa e transparente, que poderá mostrar ao mundo o que, na prática, é a verdade de Cristo?

Este estatuto tem por mérito evitar que um novo falso profeta surja entre nós, com o único intuito de enriquecer materialmente às nossas custas.


 

PRINCIPAIS PONTOS DO NOVO ESTATUTO

 

Estrutura de Comando

1 - Assembléia Geral: Instância máximo do poder. É o conjunto de membros da igreja, responsável por ratificar ou reprovar as decisões tomadas no Grande Conselho da Igreja Apostólica.

2 - Grande Conselho da Igreja Apostólica: Órgão formado por 21 componentes, sendo: 14 membros e 7 pastores. É quem elege e aprova as decisões do Diretor-presidente.

3 - Diretor-presidente: Escolhido pelo Grande Conselho, é o responsável pelo dia-a-dia da Igreja Apostólica.

4 - Conselho Fiscal: responsável por acompanhar a execução financeira e responder juntamente com o Diretor-presidente pela contabilidade.

 

 

Formas de acesso e atribuições dos cargos

Grande Conselho:

Diretor-presidente:

Conselho Fiscal:

 

 

Características do Grande Conselho

 

Características do Diretor Presidente

 

 

Regulamento Financeiro

 

 

Regulamento de RH

 

 

Regulamento de Compras

 

 

Perguntas:

1 - Para que servem os Coordenadores?

Auxiliarão o Diretor Presidente na gestão de áreas específicas da Igreja. Por exemplo, o Coordenador de Louvor e Música, será o responsável por acompanhar o trabalho de todos os corais e orquestras, além de indicar os responsáveis por trabalhos específicos, como a OFIA. O Coordenador de Infra-Estrutura cuidará, por exemplo, de projetos e obras para manutenção, ampliação e construção de novas filiais. O cargo de coordenador não será remunerado, pois seus ocupantes apenas tomarão decisões, não executarão nada, podendo fazê-lo fora do horário de trabalho. Para a operação dos trabalhos, a igreja já possui funcionários remunerados.

2 - Para que servem os líderes das Congregações?

Serão os responsáveis por relatar todo e qualquer fato à Sede, em relação à infra-estrutura e administração de sua filial. Futuramente, quando a igreja estiver dotada de sistema que permita, por exemplo, o lançamento das ofertas arrecadadas em sistema via Web, será o responsável por tais operações.

3 - E o boletim, como ficará?

O boletim passará a ser editado pelo Conselho de Pastores, esmiuçando ensinamentos da bíblia, que deverá ser a única fonte de doutrina. Sua leitura será optativa pelos Pastores escalados, que deverão, entretanto, pregar sobre o assunto abordado no boletim, afim de que se mantenha a unidade de ensinamento da igreja.

 


Novas perguntas poderão ser enviadas para o nosso e-mail, para que possamos debater melhor o assunto. Este texto poderá ser revisto e atualizado freqüentemente, conforme as sugestões do irmãos. Aguardem novas atualizações.

Lembramos que estas informações são SUGESTÕES para um novo Estatuto. Os princípios aqui descritos não são invenção nossa, são baseados nos melhores modelos de governança corporativa para instituições do chamado "terceiro setor". Estamos abertos a todo tipo de debate para a solução do problema da continuidade da Igreja Apostólica.

 

Clique aqui e conheça a sugestão de minuta do novo Estatuto (EM BREVE)

 


 

 

 

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